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Dr. Joan Rodrigues

Psiquiatra da Infância e Adolescência

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Dr. Joan Rodrigues

Aqui em casa, não sou psiquiatra. Sou pai. E isso muda completamente a forma como eu enxergo as crianças que chegam até o consultório.

Acompanhar de perto o crescimento do meu filho Francisco e da minha filhota Laurinha tem sido uma das experiências mais transformadoras da minha vida.

E como pai e psiquiatra eu falo: ajudar crianças e adolescentes a viverem de forma mais tranquila, segura e emocionalmente saudável é um dos principais objetivos do meu trabalho.

“O sintoma apresentado pela criança se encontra no lugar de responder àquilo que há de ‘doente’ na estrutura familiar.” — Melanie Klein

Onde você pode me encontrar

(Atendimento on-line e presencial)

No consultório, as queixas mudam conforme a idade, mas quase sempre envolvem comportamento, emoções, sono, escola e interações sociais.

Se seu filho apresenta algum dos comportamentos abaixo.
Que tal batermos um papo!

Primeira infância (0 a 6 anos)

Na primeira infância, o comportamento é a principal forma de comunicação da criança. Birras, choro intenso, agressividade e dificuldade de separação muitas vezes refletem imaturidade emocional, necessidade de co-regulação e limites ainda em construção.

É um período marcado pela dependência do adulto para organizar emoções, sono, alimentação e frustrações. Alterações persistentes nesse padrão merecem atenção, pois podem sinalizar dificuldades no desenvolvimento emocional e relacional.

Segunda infância (6 a 10 anos)

Na segunda infância, espera-se maior controle dos impulsos, capacidade de seguir regras e adaptação ao ambiente escolar. Quando surgem dificuldades importantes de atenção, comportamento opositor, explosões emocionais frequentes ou prejuízo nas relações sociais, o comportamento passa a indicar falhas na autorregulação.

Nessa fase, sintomas ficam mais evidentes no contexto escolar, exigindo um olhar integrado entre família, escola e saúde mental.

Terceira infância / pré-adolescência (10 a 12 anos)

Na terceira infância, o comportamento já reflete conflitos internos mais complexos. Mudanças de humor, irritabilidade, isolamento, queda no rendimento escolar ou comportamentos desafiadores podem estar associados a ansiedade, sofrimento emocional ou dificuldades na construção da identidade.

É uma fase de transição, em que a escuta qualificada e a intervenção precoce ajudam a prevenir o agravamento de quadros emocionais e comportamentais na adolescência.

Sintomas mais comuns na infância

Na infância, os transtornos mentais e do neurodesenvolvimento costumam se expressar principalmente por alterações no comportamento e na regulação emocional:

Desatenção e hiperatividade, com dificuldade de manter o foco e seguir regras.

Impulsividade e baixa tolerância à frustração.

Birras frequentes, explosões emocionais e dificuldade de autorregulação.

Agressividade física ou verbal e comportamento opositor.

Ansiedade, com medos intensos, apego excessivo ou evitação.

Dificuldades de interação social, rigidez comportamental e resistência a mudanças.

Alterações do sono e da alimentação.

Prejuízo no rendimento escolar ou dificuldades de adaptação à escola.

Sintomas mais comuns na adolescência

Na adolescência, os sintomas tendem a ser mais internalizados, associados a sofrimento emocional e conflitos identitários:

Oscilações de humor, irritabilidade persistente e reatividade emocional.

Ansiedade excessiva, preocupações constantes e evitação social.

Tristeza prolongada, desânimo, apatia ou perda de interesse.

Isolamento social e dificuldades nas relações interpessoais.

Comportamentos impulsivos, desafiadores ou de risco.

Queda no rendimento escolar e desorganização acadêmica.

Alterações importantes do sono e do apetite.

Queixas somáticas, sem causa clínica evidente.

Como eu, pais e responsáveis podemos ajudar nossas crianças?

Transtornos do neurodesenvolvimento

O TDAH se manifesta por dificuldades persistentes de atenção, impulsividade e, em alguns casos, agitação excessiva. A criança pode parecer desorganizada, esquecer tarefas, ter dificuldade em concluir atividades e lidar com regras. Não se trata de falta de esforço ou disciplina, mas de um transtorno do neurodesenvolvimento que exige avaliação e acompanhamento adequados.

O TEA envolve dificuldades na comunicação social, na interação com o outro e padrões de comportamento mais rígidos ou repetitivos. Cada criança apresenta o transtorno de forma única, com diferentes níveis de autonomia e necessidade de suporte. A intervenção precoce e o acompanhamento especializado fazem grande diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida.

Incluem dificuldades na linguagem, na fala, na compreensão ou na comunicação social. A criança pode apresentar atraso na fala, dificuldade em se expressar ou em compreender o que é dito. Essas alterações impactam diretamente o comportamento, a aprendizagem e as relações sociais, tornando fundamental a avaliação precoce e o trabalho interdisciplinar.

Na infância e adolescência, a depressão nem sempre aparece como tristeza evidente. Irritabilidade, isolamento, queda no rendimento escolar, alterações do sono e do apetite são sinais frequentes. O sofrimento emocional merece atenção e cuidado, pois o tratamento adequado pode prevenir prejuízos duradouros no desenvolvimento.

Envolvem dificuldades persistentes em habilidades específicas, como leitura, escrita ou matemática, apesar de inteligência adequada e acesso ao ensino. A criança pode se esforçar muito e ainda assim apresentar baixo rendimento, o que gera frustração e sofrimento emocional. Identificação precoce e intervenções direcionadas ajudam a reduzir impactos acadêmicos e emocionais.

A ansiedade em excesso pode se manifestar como medos intensos, preocupações constantes, evitação de situações, sintomas físicos ou dificuldade de separação dos pais. Quando interfere no bem-estar, na rotina ou no desenvolvimento da criança ou do adolescente, deixa de ser parte do crescimento e passa a exigir acompanhamento especializado.

Outros transtornos mentais

Existem condições menos frequentes, como TOC, transtorno bipolar, esquizofrenia e transtornos de personalidade.

Esses quadros exigem avaliação cuidadosa, acompanhamento próximo e decisões responsáveis, sempre respeitando a história e o momento de cada criança ou adolescente.

Em determinadas situações clínicas, pode ser necessário um acompanhamento mais próximo.

Quando há, por exemplo: Risco de automutilação, ideação suicida ou uso de medicações que exigem monitoramento mais frequente.

Pode ser recomendado consultas extraordinárias, sempre com o objetivo de garantir segurança, suporte adequado e cuidado ao paciente e à família.

Dependência de telas

O uso excessivo de telas pode impactar sono, atenção, comportamento, aprendizagem e relações familiares. Crianças e adolescentes podem apresentar irritabilidade, agitação, dificuldade de concentração e resistência a atividades fora do ambiente digital.

O acompanhamento profissional ajuda a orientar limites saudáveis e identificar quando o uso se torna um problema emocional ou comportamental.

ENTENDA, COMO FUNCIONA!

Passo a passo do atendimento com o Dr.

A consulta tem duração média: 60 minutos

Escuta dos responsáveis, para compreender as demandas pelo ponto de vista da família.

Conversa com a criança ou adolescente, quando ele se sente à vontade para falar sozinho.

Devolutiva conjunta, com orientações, condutas e próximos passos para família e paciente.

O que é importante trazer: relatórios escolares, avaliações anteriores (psicologia, fonoaudiologia, neuropediatra etc.), lista de medicamentos em uso.

Após a consulta, você receberá

Um relatório escrito com os principais pontos discutidos e orientações para auxiliar no acompanhamento da família.

Receitas e documentos médicos enviados diretamente para o celular do responsável via WhatsApp.

Os benefícios de um acompanhamento psiquiátrico cuidadoso desde a infância.

Mais clareza sobre o que está acontecendo com a criança.

Redução de crises emocionais e comportamentais.

Melhora do rendimento escolar e da atenção.

Sono mais regulado e rotina mais organizada.

Relações familiares mais equilibradas.

Orientação clara para a família e para a escola.

Tratamento baseado em evidências, sem excessos

Prevenção de agravamentos na vida adulta

Acolhimento e escuta verdadeira para a criança e a família

DEPOIMENTOS DE CLIENTES

O que dizem as famílias

A confiança das famílias é construída com escuta, respeito e responsabilidade clínica.

Dúvidas e mitos mais comuns:

“Criança não precisa de psiquiatra.”

Mito.Crianças e adolescentes também sofrem emocionalmente e precisam de cuidado especializado.

“É só falta de limite.”

Mito. Muitos comportamentos têm base neurobiológica e emocional.

“Medicamento muda a personalidade.”

Quando bem indicado, o objetivo é aliviar o sofrimento, não apagar quem a criança é.

“Psiquiatra só passa remédio.”

Mito. O cuidado envolve escuta, orientação familiar, articulação com escola e equipe multiprofissional.

“Esperar crescer resolve.”

Mito perigoso. Muitos quadros se intensificam sem acompanhamento.

“Diagnóstico rótula.”

O diagnóstico ajuda a compreender e direcionar intervenções, não a definir a criança.

Formação e experiência

Atuação profissional

Um espaço pensado para cuidar bem de quem você ama

O atendimento é realizado em um ambiente planejado para transmitir tranquilidade, privacidade e confiança, respeitando as necessidades emocionais de crianças, adolescentes e responsáveis.

Cada detalhe foi pensado para que a família se sinta acolhida.

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Cuidar da saúde mental do seu filho é um investimento no presente e no futuro.

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